Mas, para que a aprendizagem a distância se efetive, não bastam somente tecnologias sofisticadas. É necessário também um ambiente que favoreça um processo de educação e aprendizagem significativo. É necessário, portanto que sejam utilizadas estratégias e ferramentas educativas sustentadas por meios e formas de comunicação diferenciados.
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Neste novo modelo de educação, os professores desempenham mais o papel de facilitadores do que de especialistas, os cursos são menos hierarquizados e mais personalizados, cabendo aos próprios alunos cuidar de sua instrução. Esses conceitos reforçam a ideia de que os alunos aprenderão por fazer e não por memorização.
Em contrapartida, também exige-se do aluno na Educação a Distância o exercício de uma nova conduta.
Se na educação convencional sua relação com o processo de aprendizagem era passiva, cabendo ao professor toda a iniciativa da educação, agora ele precisa tomar este mesmo processo em suas mãos e adotar uma nova conduta: de iniciativa, autonomia, disciplina e crítica.
Ele fará seu próprio tempo, o seu próprio horário e suas próprias condições para estudar. Estabelecerá, dentro da sua realidade pessoal, o seu ritmo de estudo, adaptando-o ao seu perfil e conveniência. É no exercício desta capacidade de autogestão, nesse aprendizado no gerenciamento do seu tempo e espaço, que ele se verá na condição de vivenciar aquilo que é de fundamental importância para o seu êxito acadêmico e pessoal: “a capacidade de aprender e de aprender em colaboração”.
É dessa maneira que a EaD se coloca como uma alternativa pedagógica de grande alcance, que utiliza novas tecnologias para atingir os objetivos propostos, considerando as necessidades das populações, promovendo o autodidatismo e a aprendizagem independente e flexível em qualquer nível.
